quarta-feira, 14 de agosto de 2013

A RESPONSABILIDADE DOS PAIS NAS CRIAÇÃO DOS FILHOS

TEXTO BASE SALMOS 127:4,5

FAMÍLIAVIDA CRISTà

Devemos orar não somente pelo entendimento do propósito de Deus para nossos filhos, mas também buscar a direção de Deus sobre como criá-los.

“Como flechas na mão do guerreiro, assim são os filhos da sua mocidade. Feliz o homem que enche deles a sua aljava; não será envergonhado, quando enfrentar os seus inimigos no tribunal.” Salmos 127.4,5

Assim como o guerreiro é aquele que lança a flecha em direção ao alvo, é responsabilidade dos pais apontar nessa direção, para isso, precisamos buscar a vontade de Deus.


APRENDENDO COM REBECA

Um exemplo bíblico de direcionamento, são os filhos de Isaque e Rebeca. 

Em Gênesis 25.21-26, depois de muitos anos de oração, Rebeca que era estéril engravida de gêmeos. Seus filhos lutavam em seu ventre e ela pergunta ao Senhor o porquê disso estar acontecendo. 

“E o Senhor lhe respondeu: ‘Duas nações estão em seu ventre, dois povos, nascidos de você, se dividirão: um povo será mais forte que o outro, o mais velho servirá o mais moço.” Quando nasceram, veio primeiro Esaú, ruivo e peludo. Logo após, segurando o calcanhar de Esaú, nasceu Jacó. Esse texto nos ensina preciosas lições:


REBECA BUSCOU RESPOSTAS

Logo que Rebeca sentiu em seu ventre uma luta, buscou direcionamento do Senhor, procurou respostas para entender o porquê daquilo. 

Assim somos nós, devemos buscar entender qual é a vontade de Deus para nossos filhos, precisamos perguntar ao Senhor e ansiar por Sua resposta.


DEUS RESPONDEU REBECA

“Clame a mim e Eu responderei e lhe direi coisas grandes e insondáveis que você não conhece.” Jeremias 33.3

Deus nos responde, devemos crer na resposta divina, ainda que não a tenhamos com a clareza e detalhes que gostaríamos, devemos buscar incessantemente pela resposta. Ele mesmo nos prometeu a direção.


A PALAVRA FOI CONFIRMADA DEPOIS

O próprio Deus falou a Rebeca: “Duas nações estão no seu ventre, dois povos.” Gênesis 25.23. Nessa época, não havia nenhum tipo de exame que pudesse confirmar a profecia que o Senhor deu a Rebeca, a palavra se cumpriu no nascimento.

Hoje, cremos que devemos viver a direção pessoal do Espírito Santo (Romanos 8.14). Muitas vezes, receberemos palavras que irão confirmar esse direcionamento (1 Tessalonicenses 5.20).

Precisamos orar, para que com a graça do Senhor, entendamos o propósito divino para nossos filhos. 

Os pastores Luciano e Kelly Subirá, em seu livro Como Flechas, compartilham suas experiências em relação a seus filhos, quando oraram e buscaram a Deus, pedindo entendimento sobre o propósito dEle para a vida de cada um.

Deus falou ao Luciano Subirá: “Você terá um filho homem e ele será chamado pelo meu nome.” Ao chegar em casa, repartiu sua experiência com Kelly Subirá e em oração buscavam por direção celestial para a escolha do nome dele. Kelly então, já grávida, sonha com o Senhor dizendo que o nome do menino deveria ser Israel, ele seria alguém que luta e prevalece, assim como o patriarca da Bíblia (Gênesis 32.28).

Mas por que Deus interferiria na escolha do nome de um filho?

O nome fala sobre identidade, e está conectado ao propósito divino. Isso não significa que não podemos escolher o nome de nossos filhos, mas que devemos perguntar ao Senhor qual o propósito Ele tem para nossos filhos e, se a vontade dEle for escolher um nome, amém. Se não for, devemos continuar buscando o cumprimento do projeto celestial na vida deles.


APRENDENDO COM OS PAIS DE MOISÉS

Êxodo 1.22 nos fala sobre um episódio de aniquilação estabelecido pelo Faraó, todos os meninos hebreus deveriam ser jogados no rio Nilo.

Arão e Joquebede eram pais de Moisés, seu nascimento foi logo após o decreto real e seus pais decidiram escondê-lo.

A bíblia nos diz que eles não só lutaram para que seu filho sobrevivesse, como também entenderam quem era a criança que lhes foi confiada.

“Um Homem da casa de Levi casou com uma mulher da mesma tribo. A mulher ficou grávida e deu à luz um filho. Vendo que o menino era bonito, escondeu-o durante três meses.” Êxodo 2.1,2

A palavra nos conta que a razão pela qual eles o esconderam era porque o “menino era bonito”. Estevão, em seu último discurso antes de ser apedrejado interpretou a frase:

“Este outro rei tratou com astúcia a nossa gente e torturou os nossos pais, a ponto de forçá-los a abandonar seus meninos recém-nascidos, para que não sobrevivessem. Por esse tempo nasceu Moisés, que era formoso aos olhos de Deus.” Atos 7.19,20

Pastor Luciano Subirá destaca que a palavra hebraica usada em Êxodo, traduzida por “bonito”, é towb e significa: “bom, agradável amável, excelente, rico, considerado valioso, apropriado, conveniente, melhor, satisfeito, feliz, generoso, benigno, correto.” Os pais de Moisés tiveram a percepção do propósito de Deus para seu filho, por isso, era considerado valioso numa proporção maior do que apenas como um filho. A palavra de Deus enfatiza que os pais de Moisés, o esconderam pela fé! (Hebreus 11.23)

Depois de três meses, tiveram que abandoná-lo, mas Arão e Joquebede encontraram uma forma de jogar seu filho no rio Nilo sem que tivessem que matá-lo, utilizando um cesto de junco, lançaram o menino para que não se afogasse, com sua irmã acompanhando de longe (Êxodo 2.3,4).

Colocar Moisés em um cesto, e lançá-lo ao rio, foi um ato de fé e confiança em Deus. Moisés foi encontrado pela filha de Faraó e foi criado por sua mãe, que era paga para fazê-lo.

Assim como os pais de Moisés, devemos confiar no Senhor para os desdobramentos de seus planos na vida de nossos filhos.


APRENDENDO COM OS PAIS DE SANSÃO

Os pastores Luciano e Kelly Subirá usam como exemplo os pais de Sansão, levantado como um dos juízes de Israel (Juízes 16.31).

O Anjo do Senhor falou com a mãe sobre o projeto celestial para o filho que Deus lhes daria (Juízes 13.6,7), ao repartir o acontecimento com seu marido, Manoá, ora ao Senhor para que lhes ensine como deveriam criar o menino que haveria de nascer (Juízes 13. 8-14).


O QUE APRENDEMOS COM ESSE PAI?

Devemos orar não somente pelo entendimento do propósito de Deus para nossos filhos, mas também buscar a direção de Deus sobre como criá-los.

Sansão seria um Nazireu, separado para Deus. Manoá entende a responsabilidade e não pergunta a Deus somente como criá-lo, como também sobre o seu serviço.

Manoá não tinha dúvidas de que a Palavra do Senhor se cumpriria.

Devemos crer e encaminhar nossos filhos para que vivam os planos de Deus, que possamos aprender com cada um desses exemplos e nos inspirar na criação de nossos filhos.


Um Forte Abraço! Nos laços do Calvário que nos une......A serviço do Rei, PR João Nunes Machado

RESOLVENDO CONFLITOS MATRIMONIAL!!

TEXTO BASÍCO FP 4:13

INTRODUÇÃO


Toda família tem desacordos. 

O casal que nunca tem conflitos não existe. 

Infelizmente, conflitos podem levar a brigas sérias. 

Uma briga séria é aquela que desune esposo e esposa, mas nunca resolve a causa do problema. 

Como resultado, casais acumulam amargura, rixas, raiva descontrolada, ódio e, frequentemente, divórcio.

O que falta a muitos casais é habilidade para discutir os desacordos e resolvê-los. 

Na verdade, falta-lhes a capacidade para discutir problemas sérios, chegar a um plano para resolvê-los e, então, pôr em ação esse plano. Eu ressalto que esta é uma habilidade que muitas pessoas simplesmente nunca aprenderam, mas que pode ser aprendida. 

O propósito deste estudo é aprender o que 

Bíblia diz sobre como resolver conflito no casamento.

Estamos preocupados com conflitos em geral, mas especialmente com conflitos sérios, que destroem a relação entre esposo e esposa, e que podem levar ao divórcio.

Considere os passos seguintes, que podem ajudar casais a evitar ou a resolver tais problemas sérios.

Tenha fé

Muitos casais têm brigado e altercado tanto tempo que perderam a esperança de que as coisas jamais melhorem. Eles se resignam a continuar altercando e se odiando o resto de suas vidas, ou terminam o casamento pelo divórcio.

Os casais precisam crer que, pelo poder de Deus, eles PODEM resolver seus problemas de casamento se ambas as partes quiserem realmente trabalhar nisso.

Filipenses 4:13 — Tudo posso naquele que me fortalece. Se confiarmos em nós mesmos, podemos falhar. Mas precisamos acreditar que Jesus nos proverá a força de que precisamos para agradar a Deus.

Pensamento cuidadoso nos convencerá que conflito sério no casamento não é vontade de Deus para nós. Deus criou o casamento para o bem do homem e da mulher. Ele nunca pretendeu que o casamento fosse uma fonte de ódio e de amargos ressentimentos.

Ódio, altercações amargas e desunião em nossos lares significam que alguém está desobedecendo a Deus.

O problema começou porque alguém desobedeceu a Deus ou o problema original levou alguém a cometer outros atos pecaminosos. Em ambos os casos, problemas matrimoniais sérios quase sempre envolvem pecado.

Se é assim, então podemos superar os problemas pelos mesmos métodos que a Bíblia descreve para superar outros pecados! Reconhecer que o pecado é a raiz do problema dá esperança, porque o cristão sabe que Deus tem a solução para o pecado

Contudo, o casamento envolve duas pessoas. O problema entre duas pessoas pode ser completamente removido somente se ambas as partes estiverem querendo trabalhar nele. Se somente uma das pessoas obedece a Deus, a outra pessoa pode manter o problema vivo.

Porém, se seu cônjuge não trabalhar para melhorar o casamento, isto não remove sua responsabilidade por fazer o que você puder.

Para agradar a Deus, você tem que seguir sua vontade, não importa o que seu cônjuge faça. Você tem que acreditar que você pode agradar a Deus, não importa como os outros ajam.

1 João 5:4 — Se somos nascidos de Deus, nós superamos o mundo por meio da fé. Isto inclui superar relações familiares inadequadas, mas temos que crer que isso pode ser feito pelo poder de Deus.

Se ambas as partes se incumbem de praticar o plano de Deus, qualquer casal pode eliminar o pecado de seu casamento. E não importa se seu cônjuge obedece a Deus ou não, você ainda pode agradar a Deus se você seguir os passos que já vamos descrever.

(1 Coríntios 10:13; 2 Coríntios 9:8; Josué 1:5-9; Efésios 3:20, 21)

Ore pela força que Deus dá

Filipenses 4:6-7 — Não fique ansioso, mas por oração e súplica leve seus pedidos a Deus. Os cristãos deverão fazer isto para todos os seus problemas, mas especialmente para seus problemas matrimoniais. Se tivermos fé adequada no poder de Deus, oremos diligentemente pelos nossos problemas matrimoniais.

1 João 5:14 — Confie em que, se pedirmos de acordo com sua vontade, ele nos ouvirá (Mateus 6:13; 1 Pedro 5:7).

Quando temos problemas matrimoniais, especialmente os que são sérios, precisamos crer que Deus corresponderá à oração. Se tanto esposo como esposa são cristãos fiéis, então eles deverão passar mais tempo juntos e individualmente, orando pela ajuda de Deus nos seus problemas.

Lembre-se, contudo, que Deus responde de acordo com sua vontade. Se o cônjuge não é cristão ou não é fiel, então Deus não o forçará a proceder corretamente. Ele pode, contudo, dar-lhe oportunidade de aprender sua vontade para sua vida.

Quando sua família enfrenta problemas sérios, quanto vocês oram a Deus juntos e confiam no seu poder para responder a seus pedidos?

Respeite a autoridade da Bíblia

Siga a Bíblia, em vez de sentimentos, sabedoria humana, etc.

Provérbios 3:5-6 — Confie no Senhor e deixe que ele guie seus passos. Não se apóie em seu próprio conhecimento humano. Muito freqüentemente, casais preocupados buscam fontes de orientação fora da Bíblia.

Algumas pessoas seguem psicólogos, conselheiros matrimoniais, etc. Outros são guiados pelos sentimentos. Pessoas se divorciam dizendo, "Não sinto mais nada por ela (ou ele)." Mas nenhuma quantidade de sentimentos pode mudar o que a palavra de Deus diz.

2 Timóteo 3:16-17 — As Escrituras provêm para todas as boas obras. Se resolver um conflito matrimonial é uma boa obra, então a Bíblia nos dirá como fazer isso. Outras pessoas podem ajudar, mas precisamos rejeitar quaisquer idéias que não concordem com a Bíblia.

A maioria de nós aceita este ponto de vista da autoridade no que diz respeito à salvação, adoração, organização da igreja, etc. Por que seria diferente a respeito de nossos lares?

(2 Pedro 1:3; Jeremias 10:23; Provérbios 14:12; etc.)

Estude o que a Bíblia diz sobre seu problema

Salmo 1:2 — O homem justo se deleita com a lei de Deus e medita nela dia e noite. Se realmente acreditamos que a Bíblia tem as respostas, temos que estudar o que ela diz. Isto é o que faríamos sobre qualquer outro problema espiritual. Por que fazer de outro modo com respeito a problemas de família. 

Atos 17:11 — Os crentes de Beréia aprenderam a verdade examinando as Escrituras dia e noite. Precisamos fazer o mesmo quanto a nossos problemas familiares.

Esteja disposto a obedecer a Bíblia

Mateus 7:24-27 — O homem prudente não somente ouve o que a palavra de Deus diz, mas também faz. O tolo ouve, mas não obedece.

Se crermos que a palavra de Deus contém as respostas para nossos problemas conjugais, precisamos estar determinados a fazer o que ela diz, e não apenas a aprender o que ela diz.

Respeite o padrão da Bíblia como autoridade no lar

Efésios 5:22-24 — A esposa precisa submeter-se ao seu esposo, assim como ao Senhor.

1 Pedro 3:1 — Ela precisa obedecer ao seu esposo mesmo que ele não esteja servindo a Deus. Uma esposa pode pensar que ela pode desobedecer ao seu esposo se ele cometer pecado, mas Deus diz que ela ainda precisa obedecer. Ela pode desobedecer somente se seu esposo pedir que ela cometa pecado (Atos 5:29).

Veremos que o esposo também tem indicações dadas por Deus para seguir quando ele toma decisões. Freqüentemente o conflito começa ou continua sem solução porque o esposo desobedece aos ensinamentos da Bíblia sobre como tomar decisões ou porque a esposa desobedece aos ensinamentos da Bíblia sobre submissão.

Resolver conflitos requer que sejam tomadas decisões. Deus proveu um modo de tomar essas decisões. Esposos precisam de prudência para tomar decisões de acordo com as direções de Deus, e precisam de coragem para tomar até as decisões duras. Então precisam de força para ver que essas decisões sejam efetivadas. E as esposas precisam de força e de humildade para aceitar essas decisões.

(Tito 2:5; Colossenses 3:18; etc.)

Aja com amor

Os maridos deverão amar suas esposas como Cristo amou a igreja (Efésios 5:25,28,29). As esposas deverão amar seus maridos (Tito 2:4).

O amor é a preocupação com o bem estar de outros.

Efésios 5:25,28,29 — O amor de Jesus pela igreja ilustra o amor que os esposos deverão ter por suas esposas. Ele nos amou tanto que deu sua vida para que pudéssemos ser salvos. Assim o esposo deverá preocupar-se com o bem estar da esposa. Ele deverá alimentá-la e tratá-la com carinho. Ele não deverá usar sua autoridade só para agradar a si mesmo, mas para fazer o que é melhor para ela e a família.

1 Coríntios 13:5 — O amor não é egoísta.

Romanos 13:10 — O amor não obra nenhum dano para o seu próximo.

Enquanto um ou ambos os cônjuges insistirem egoistamente no seu próprio caminho, diferenças não serão resolvidas. Problemas sérios podem ser resolvidos somente quando queremos buscar o bem estar de outros, além do nosso próprio.

O amor é uma decisão da vontade

Efésios 5:25,28 — O amor pode ser governado, porque é matéria de vontade. Podemos decidir amar ou não, assim como podemos decidir obedecer ou não a qualquer outro mandamento.

Alguns pensam que o amor apenas acontece, e não pode ser dominado: você "se apaixona" ou deixa de amar. Assim, se um casal "simplesmente não ama mais um ao outro," nada pode ser feito exceto obter um divórcio. Mas quando percebemos que podemos decidir amar, percebemos também que podemos pôr amor num casamento. E se fracassamos em pô-lo, pecamos.

Ainda mais, assim como Cristo iniciou o amor pela igreja quando éramos pecadores que não agiam amorosamente para com ele, assim é a responsabilidade primeira do esposo iniciar o amor. O mandamento é ressaltado para o homem. Ele tem que amar a esposa primeiro e pôr amor na relação, como Cristo primeiro amou a igreja.

Romanos 5:6-8 — Cristo amou-nos enquanto ainda éramos pecadores, não porque éramos tão amáveis que ele não pôde se conter. Ele decidiu fazer o que precisávamos que fosse feito.

Lucas 6:27-28 — Somos mandados amar nossos inimigos. Amar ao próprio inimigo é mais ou menos o que custaria pôr amor em alguns casamentos! Mas amamos inimigos, não porque incontrolavelmente "nos apaixonamos", mas porque decidimos fazer o que é melhor para eles.

A declaração "Eu simplesmente não o/a amo mais" é uma confissão de pecado! É preciso arrepender-se dela e corrigi-la como um ato da vontade!

Quando discordâncias sérias se acumulam no casamento e não são resolvidas, um ou ambos os cônjuges não está decidindo mostrar amor.

O amor precisa ser expressado em ação

O amor deverá ser expressado pelo que dizemos

Efésios 5:25 — Os esposos deverão amar como Cristo amou a igreja. Mas Cristo afirma seu amor pela igreja (Efésios 5:2; João 3:16). Assim, os esposos deverão expressar amor um pelo outro em palavras.

Isto não exige um "sentimento" avassaladoramente romântico, que jorra e não pode deixar de ser expressado. Estamos discutindo o amor por decisão da vontade.

Podemos e devemos afirmar, pela decisão da nossa vontade: "Quero que você saiba que ainda a amo, estou empenhado neste casamento e em seu bem-estar."

O amor deverá ser expressado pelo que fazemos

1 João 5:2,3 — O amor a outros exige que amemos a Deus e guardemos seus mandamentos. Guardar os mandamentos de Deus é amar a Deus.

1 João 3:18 — Não devemos amar só por palavras, mas por atos e em verdade. Isto é um princípio vital em cada lar. Devemos dizer coisas amáveis, mas só isso não é o bastante. Temos que agir em amor.

(Lucas 10:25-37; 6:27, 28).

O amor exige dar e dedicação.

Dar a si mesmo é a essência do amor.

João 3:16 — Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu Filho unigênito.

Efésios 5:25 — Jesus amou a igreja e deu-se por ela.

1 João 3:14-18 — Se vemos nosso irmão em necessidade e não lhe damos o que é necessário, não temos amor.

Romanos 12:20 — Amar o inimigo exige dar de comer e de beber quando necessário.

Uma exigência básica para resolver desacordos familiares é vontade de darmos a nós mesmos pelo bem de outros.

É típico. O cônjuge se recusa a mudar porque está contrariado por alguma coisa que o outro fez. Se fôssemos ver a situação honesta e objetivamente (como se fosse problema de outra pessoa), admitiríamos que faríamos de modo diferente. Mas recusamo-nos a mudar por causa de algum hábito ou característica que não gostamos em nosso cônjuge.

A lição fundamental do amor de Cristo é que devemos desistir de nossos próprios desejos pelo bem de outros, mesmo quando eles não estão agindo da maneira que pensamos que eles deveriam. Não diga, "Eu mudarei se ele ou ela também mudar." Se uma ação é boa para outros, faça-a, não importa o que eles estão fazendo. Se temos estado errados, admitamo-lo, não importa se eles admitiram seus erros.

Mesmo se estivermos convencidos de que não somos a raiz de um problema, devemos perguntar-nos honestamente o que podemos fazer para melhorá-lo. Isto não significa ignorar o pecado. Jesus não causou nosso problema de pecado e não transigiu com o pecado, mas ele sacrificou-se para prover uma solução para o problema do pecado. Ele não foi enviado apenas para criticar-nos pelo nosso pecado, mas tornou-se envolvido para prover uma solução. Ele não fez tudo por nós, mas certificou-se de que tínhamos um modo pelo qual podemos superar nosso problema.

Um cônjuge freqüentemente criticará: "É culpa dele (ou dela), então que ele (ou ela) resolva". Mesmo se isso for verdade, ajuda? Em vez disso, pense, "O que posso oferecer para fazer — como posso envolver-me — para ajudar a resolver este problema?" Em vez de dizer, "Por que você não faz isto?" diga "Por que nós não trabalhamos juntos nisto? " Enquanto nenhum esposo der o primeiro passo para desistir do que quer, a desavença continuará. Quando alguém quer consentir pelo bem do grupo, uma partida foi dada para a resolução do problema. Quando ambos querem consentir pelo bem do grupo, uma solução será definitivamente encontrada.

O esposo tem a palavra final, mas não poderá fazer só o que ele quer. Ele tem que pôr de lado seus próprios desejos e fazer o que é melhor para o grupo. A esposa não poderá insistir no que ela quer, mas tem que consentir e submeter-se às decisões do esposo.

(1 João 4:9, 19; Atos 20:35; Lucas 10:25-37)

Expresse e mantenha compromisso com o casamento

Expresse apreciação e louve pelo que é bom

Filipenses 4:6-7 — Sejam conhecidas diante de Deus as suas petições, com ações de graças. Mesmo quando estamos preocupados com nossos problemas, precisamos lembrar-nos de sermos agradecidos por nossas bênçãos.

Freqüentemente, em tempos de desavenças, ficamos tão agastados com nosso cônjuge, que deixamos de expressar apreciação pelas boas qualidades que ele tem. Isto tende a aumentar desproporcionalmente o problema.

Os esposos devem expressar apreciação por suas esposas

Gênesis 18:22 — Não era bom o homem ficar só, por isso Deus fez a mulher para ser uma companheira para ele. A mulher que desempenha o papel que Deus lhe deu é boa para o esposo. Ela foi criada por Deus justamente para esse fim.

Provérbios 18:22 — Aquele que encontra uma esposa encontra uma boa coisa e obtém favor de Deus. Portanto, os esposos digam isso.

Provérbios 12:4 — Uma mulher digna é a coroa de seu esposo. Se assim é, então que o esposo expresse sua apreciação por ela (Provérbios 19:14; 31:10).

1 Pedro 3:7 — O esposo deverá honrar sua esposa. Contudo, muitos esposos criticam mais do que honram. Com que freqüência você deliberadamente diz ou faz alguma coisa com a intenção de honrar sua esposa? Deve ela se considerar honrada simplesmente porque já se passaram alguns minutos desde a última vez que você a insultou?

Provérbios 31:28-31 — Uma mulher digna deverá ser louvada por seu esposo. Você louva sua esposa quando ela prepara uma refeição, limpa a casa, cuida dos seus filhos, ou cumpre as responsabilidades dela como uma cristã? Ou você só critica, quando você pensa que ela erra?

Um esposo freqüentemente tem um sentimento de satisfação e realização pelo seu trabalho. Ele recebe pagamento regularmente e promoções ocasionais. Mas a esposa trabalha dia após dia em casa com a família. Se o esposo não expressar apreciação, a esposa ainda encontrará um sentimento de realização vendo seus filhos se desenvolverem, e em saber que, acima de tudo, Deus está apreciando. Mas ela terá um sentimento muito maior de segurança e de ser indispensável se seu esposo lhe disser que aprecia o que ela faz.

Deus nos diz para louvarmos nossas esposas quando elas fazem o bem. Se o fizermos, ela achará mais fácil cumprir o seu papel como dona de casa submissa.

As esposas devem expressar apreciação por seus esposos

Romanos 13:7 — Todos os cristãos devem honrar a quem a honra é devida. Este é um princípio geral. Ele ensinará os esposos a honrar suas esposas, mas também ensinará as esposas a honrar seus maridos.

Efésios 5:33 — Porque o esposo é a cabeça da esposa (versículos 22-24)ela deverá respeitá-lo (reverenciá-lo). Certamente, isto inclui expressar apreciação por ele.

Senhoras, se seu esposo trabalha todos os dias no seu emprego para sustentar você e a família, com que freqüência você lhe diz que o aprecia? Ou você pega o salário dele e o gasta sem uma palavra de agradecimento? Quando ele faz um trabalho braçal pela casa para você, ou gasta parte do seu tempo com os filhos, ou cumpre seu papel como um homem cristão, você lhe diz que o aprecia?

Provavelmente a maior necessidade que a esposa tem é uma sensação de segurança sabendo que é amada e indispensável. Provavelmente a maior necessidade que o homem tem é a sensação de valor pessoal ao saber que é respeitado e admirado. Ambas estas necessidades são satisfeitas se esposo e esposa expressarem apreciação um pelo outro.

Se você estiver com raiva e aborrecida com seu cônjuge, faça estas duas coisas: 
1- Faça uma lista honesta de cada boa qualidade que ele possui e de cada boa obra que ele faz. Faça-a tão completa quanto você puder. 
2- Depois, a cada dia, tome a firme disposição de expressar amor ao seu companheiro. Encontre alguma coisa especial que ele fez e expresse sua apreciação por isso. Isto ajudará significativamente quando chegar o tempo de discutir seus problemas, e também fará com que seus problemas pareçam muito menos sérios.

Discuta o problema

Disponha-se a dialogar.

Algumas vezes um cônjuge fica com tanta raiva que se recusa a conversar. Alguns homens pensam que têm o direito de tomar decisão sem discussão.

O esposo deverá estar disposto a considerar os pontos de vista de sua esposa.

Efésios 5:25-33 — O esposo é cabeça como Jesus é cabeça da igreja. Mas Deus ouve nossos pedidos em oração (Filipenses 4:6).

Efésios 5:28-29 — O esposo deve amar sua esposa como ele ama ao seu próprio corpo, mas o corpo comunica suas necessidades à cabeça para que ela tome as decisões de acordo com o que é melhor.

Tiago 1:19 — Todo homem deverá ser pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para irar-se.

1 Pedro 3:7 — O esposo tem que tratar sua esposa com compreensão. Mas, desde que os homens não são leitores de pensamentos, isto requer ouvir aos pontos de vista dela (veja Mateus 7:12).

Se o pecado está envolvido, ambas as partes têm que discutir

Lucas 17:3-4 — Aquele que acredita que o outro pecou, deve repreendê-lo. Isto certamente se aplica no lar como em qualquer lugar (Levítico 19:17, 18; Mateus 18:15; Provérbios 27:5, 6).

Mateus 5:23-24 — Aquele que for acusado de pecado deve estar disposto a conversar para procurar reconciliação. Outra vez, isto seguramente se aplica no lar.

Observe que a pessoa que crê ter sido ultrajada e a pessoa que é acusada de fazer o mal estão, ambas, obrigadas a discutir o assunto. Se o conflito no lar deve ser resolvido, ele precisa começar pela discussão. "Calar a boca" não é uma opção.

Observe, contudo, que a "hora" adequada para discutir também é importante. Discutir na frente das crianças ou quando você estiver extremamente irritado pode não ser bom. Se for assim, não "cale a boca" somente. Em vez disso, concorde em discutir mais tarde o assunto, e acerte uma hora quando você o discutirá. Marque um encontro e cumpra-o!

(Mateus 18:15-17; Provérbios 10:17; Gálatas 6:1; Provérbios 13:18; 15:31, 32; 29:1; 25:12; 9:8; 12:1).

Falem para resolver o problema, não para ferir um ao outro

Mateus 5:24 — A meta é reconciliar-se, não ferir as pessoas. Freqüentemente estamos querendo falar, mas somente com o propósito de impor nossa vontade. Procuramos conseguir uma vitória, provar que a outra pessoa está errada, etc. O propósito deverá ser encontrar uma solução nas Escrituras (Levítico 19:18).

Romanos 12:17,19-21 — Não retribua o mal com o mal, nem busque vingança, mas retribua o mal com o bem. Algumas vezes um casal começa a tentar resolver um problema, mas um insulta o outro, então o outro replica com outro insulto. Logo a meta se torna ver quem pode ferir mais a outra pessoa.

Muitas discussões terminam sendo brigas, porque deixamos que o problema se torne uma oportunidade para atacar um ao outro. Discuta o problema para resolvê-lo, não para ferir os sentimentos um do outro.

Quando apresentar um problema, introduza-o objetivamente e mantenha o foco sobre o problema específico. "Querida, há um problema sobre o qual precisamos conversar..." Não amplie o problema para atacar o caráter da outra pessoa. Evite dizer "Você é mesmo egoísta, isso é que é," ou "Por que você não pode ser como a esposa de Fulano"?

Ouça o ponto de vista de seu cônjuge

Uma "discussão" exige que ambos ouçam e falem. Na prática, contudo, muitos cônjuges só querem expressar seus próprios pontos de vista.

Tiago 1:19 — Cada homem deve ser rápido no ouvir, tardio no falar, tardio em irar-se. Não entre na discussão achando que a outra pessoa não tem razões válidas para seu ponto de vista. Devemos ser rápidos no querer ouvir, e tardios para apresentar nossos pontos de vista, especialmente quando estamos irados.

Sugestão: Comece a discussão convidando seu cônjuge a explicar seu ponto de vista. Não comece atacando a posição que você acha que ele mantém e defendendo seu próprio ponto de vista. Comece fazendo perguntas destinadas honestamente a ajudar você a entender o que ele pensa. "Você poderia explicar-me porque você fez isso, desse modo...?" "Você não pensou em fazer assim?" Pode ser que ele tenha considerado sua idéia e tem alguns motivos válidos para preferir outra abordagem.

Não domine a discussão. Deixe a outra pessoa expressar seus pontos de vista. Você aprecia quando outros só atacam seus pontos de vista, mas recusam-se a ouvir o que você tem a dizer? "Ame a seu próximo como a si mesmo," e o trate como você gostaria de ser tratado (Mateus 7:12).

Examine honestamente a evidência

João 7:24 — "Não julgueis segundo a aparência, e sim pela reta justiça. 

Procure honestamente conhecer os fatos; talvez a outra pessoa não tenha feito o que você pensa que ela fez. Pergunte pelas razões pelas quais a outra pessoa mantém seu ponto de vista. Talvez ela tenha razões que você não considerou.

Só então apresente evidência para seu ponto de vista. Não faça ataques e acusações. Não salte para conclusões nem aponte motivos. Se você não tiver prova, faça perguntas. Não faça acusações a menos que tenha prova. Reconheça a obrigação de provar o que você diz ou então não o diga!

Mateus 18:16 — Pela boca de duas ou três testemunhas cada palavra pode ser estabelecida. (Atos 24:13). Não considere seu cônjuge culpado de mal feito enquanto a evidência não estiver clara. Não o condene na base de opinião ou de aparências inconsistentes, porque você não vai querer que ele o condene nessa base.

João 12:48; 2 Timóteo 3:16-17 — As Escrituras têm que nos guiar em matérias de certo e errado. Elas nos julgarão no último dia. Se há princípios bíblicos relativos ao assunto, os cônjuges devem estudá-los juntos.

Examine honestamente sua própria conduta, motivos, etc

Considere honestamente a possibilidade de você estar errado, ou que você possa, ao menos, ter contribuído para o problema. Não encontre defeito apenas em seu cônjuge. Talvez você possa melhorar.

Gênesis 3:12-13 — Quando o primeiro casal pecou, Deus os confrontou. O homem culpou a mulher e a mulher culpou a serpente. Todos erraram, mas nenhum deles queria admitir seu erro. Isto é típico. Mesmo quando somos culpados, queremos que outros agüentem ou partilhem a culpa. "Olhe o que ele, ou ela, fez!"

Provérbios 28:13 — "O que encobre suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia." Se uma família tem problemas sérios, quase invariavelmente há pecado, mas o culpado, ou culpados, culpam outros, tentam justificar, etc. (2 Coríntios 13:5).

O orgulho evita que reconheçamos e admitamos nossa culpa. A maioria das pessoas, quando estuda um tópico como este, pode pensar em montes de pontos que se aplicam a seus cônjuges, e que tal você?

Honestidade e humildade levam-nos a buscar a verdade e a admitir quaisquer erros que tenhamos cometido. E lembre-se, mesmo se não estamos convencidos de ter causado um problema, o amor nos leva a querer envolver-nos e ajudar a resolvê-lo. (1 Tessalonicenses 5:21; Salmos 32:3, 5; Gálatas 6:1).

Seja paciente e domine seu temperamento

1 Coríntios 13:4 — O amor é paciente. Ficamos facilmente irritados quando um assunto não é resolvido rapidamente. Resolver alguns problemas pode levar muito tempo, melhorando gradualmente. Não desista. Não espere que seu cônjuge mude da noite para o dia. Dê-lhe tempo (Romanos 2:7; Gálatas 6:7-9; 2 Tessalonicenses 3:5).

Provérbios 18:13 — Responder a um assunto antes que tenhamos ouvido completamente, é tolice. Às vezes estamos prontos para julgar um assunto antes que tenhamos meditado sobre ele do começo até o fim. Não tome decisões precipitadas.

Não pense que você pode chegar a uma decisão final na primeira vez em que um assunto aparece. Dê tempo a você e a seu cônjuge para pensar sobre o que foi discutido. Se sua discussão inicial não leva a uma solução, peça tempo para pensar sobre ela. Prometa discuti-la novamente mais tarde. É mais provável que você chegue a uma conclusão racional, e seu cônjuge saberá que você levou o assunto a sério.

Provérbios 15:1 — Uma resposta delicada afasta a ira, mas uma palavra áspera atiça a raiva. Não permita que seu temperamento faça você perder sua objetividade e recorra a ferir a outra pessoa. A raiva não é necessariamente pecaminosa, mas pode ser dominada, de modo a não nos levar ao pecado (Efésios 4:26; Tiago 1:19-20).

Reconcilie-se

A meta não é falar sem parar, nem simplesmente dar vazão a frustrações, mas sim, resolver o problema. Você deverá buscar e determinar um plano de ação pelo qual o problema cesse de aliená-lo.

Transija e tolere diferenças de ponto de vista, quando possível

1 Coríntios 13:4 — O amor é paciente, é benigno. O amor não é egoísta.

Cada casal encontrará, um no outro, características que gostaria de mudar, mas não pode. O pecado não deve ser tolerado, mas se não há pecado e a pessoa só faz coisas que nós não gostamos, o amor não empurrará os desejos pessoais até o ponto da alienação. Aprenda a tolerar estes assuntos sem amargura.

Romanos 14 — Até mesmo algumas decisões espirituais são questão de opinião, e não de pecado. Se você não pode provar que seu cônjuge cometeu pecado, não conclua que ele seja culpado.

Tiago 3:14-18; Mateus 5:9; Romanos 12:17-21; 1 Pedro 3:11 — Procure sinceramente uma solução pacífica para o problema. Devemos querer que o conflito termine, mesmo que desistamos de nossos próprios desejos para consegui-lo.

Em alguns assuntos, pode haver entendimento para dar e receber. Desde que nenhuma convicção bíblica seja violada, procure uma solução conciliatória: "Eu concordo nisto, você concorda nisso." Ou, "Desta vez faremos do seu jeito, na próxima vez faremos do meu jeito."

Lembre-se de considerar modos de você se envolver e ajudar seu cônjuge a fazer melhor uma tarefa, em vez de ficar sentado e criticando. Talvez, em algum assunto, terminarão cada um seguindo um caminho separado e fazendo coisas separadas (Atos 15:36-40).

Contudo, se um dos cônjuges é culpado de pecado, então é preciso ser feita uma outra abordagem.

Arrepender-se do pecado

2 Coríntios 7:10; Atos 8:22 — Se um ou ambos os cônjuges tiverem pecado, a Bíblia diz para se arrependerem e orarem por perdão. Por que os pecados na família deveriam ser diferentes?

Arrependimento é uma decisão e compromisso de mudar. Temos que reconhecer que temos estado errados e concordar em fazer o que é certo. Se o pecado for a causa de nossos problemas, nunca corrigiremos nosso casamento enquanto não arrependermos (Lucas 13:3; Atos 17:30; 2 Pedro 3:9).

Peça perdão pelo pecado (confesse-o)

Lucas 17:3-4 — Se pecamos, temos que dizer "Arrependo-me". Algumas vezes percebemos que estávamos errados, mas não queremos admiti-lo. Enquanto não fazemos isso, aqueles a quem prejudicamos não podem saber que nos arrependemos.

Mateus 5:23-24 — Quando prejudicamos alguém, precisamos procurá-lo e corrigir, ou Deus não aceitará nossa adoração. Você tem reparado as ofensas que tem feito à sua família?

Tiago 5:16 — Temos que confessar nossos pecados uns aos outros. Algumas vezes, as pessoas com quem temos que nos desculpar são aquelas mais íntimas. Pensamos que, se admitirmos erro, elas perderão o respeito por nós. Isto é simplesmente orgulho. mas o amor não é vaidoso (1 Coríntios 13:4).

Provérbios 28:13 — Aquele que encobre as suas transgressões jamais prosperará, mas aquele que as confessa e deixa, alcançará misericórdia.

Seja preciso. Não minimize, não dê desculpas, não escape da culpa, nem recrimine. Não diga, "Enganei-me, mas veja o que você fez!" Mesmo que você esteja convencido de que seu cônjuge também está errado, admita honestamente seu próprio erro e corrija-o primeiro. Não tente salvar as aparências. Não exija que o outro o perdoe nem lhe diga como deverá tratá-lo. Apenas se humilhe e peça desculpa. Mais tarde, talvez em outra oportunidade, discuta os erros que você crê que ele precisa corrigir.

Ore por perdão

Atos 8:22 — Pedro disse a Simão [o mágico] para se arrepender e orar por perdão. Se pecarmos, precisamos confessar, não apenas ao nosso cônjuge, mas também a Deus.

1 João 1:9 — Ele é fiel e justo para nos perdoar, se confessarmos nossos pecados.

Quando você tiver pecado, você confessará humildemente a Deus e a seu cônjuge? (Mateus 6:12; Salmos 32:5).

Perdoe um ao outro

Lucas 17:3-4 — Quando alguém pecou contra nós e confessa, temos que perdoar, mesmo sete vezes num dia, se necessário. O perdão é freqüentemente necessário nas famílias. O amor perdoa tantas vezes que for necessário.

Colossenses 3:13 — Precisamos perdoar do modo que Deus perdoa. Como queremos que Deus nos perdoe? Será que queremos que ele diga, "Já perdoei você bastante. Não me importa o quanto você esteja triste nem que tente muito, eu não perdoarei"? Queremos que ele nos perdoe, mas depois fique jogando isso isso na nossa cara e usando-o como uma arma contra nós?

Ilustração: Quando tribos indígenas fazem as pazes, elas simbolizam isso enterrando um machado. O ponto é que todos sabem onde ele está, mas ninguém iria desenterrá-lo e usá-lo para ferir outros. Portanto, o perdão não significa que não estamos mais atentos ao que aconteceu. Significa que não usaremos mais isso para ferir a outra pessoa.

Provérbios 10:12 — O ódio excita contendas, mas o amor cobre todas as transgressões. Como é sua família? Vocês se amam uns aos outros o bastante para admitir seus erros e então realmente perdoar como vocês querem que Deus os perdoe?

Veja, também, Mateus 18:21-25; 6:12,14,15; 5:7.

Desenvolva e execute um plano para corrigir o problema

Muitos problemas estão profundamente enraizados, continuaram por longo tempo, ou causaram danos sérios. Alguns cônjuges confessam o mesmo velho pecado vezes e mais vezes, mas nunca tomam providências especiais para mudar sua conduta. Parece que eles pensam que tudo o que têm que fazer é admitir o erro de tempos em tempos!

Provérbios 28:13 — O que encobre suas transgressões jamais prosperará., mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia. Não importa quantas vezes confessamos um problema, ele não fica verdadeiramente resolvido enquanto não mudamos nossa conduta!

Mateus 21:28-31 — Jesus descreveu um filho que não fez o que seu pai mandou. Quando se arrependeu, teve que fazer o que tinha deixado de fazer. Quando nos arrependemos de erros, precisamos nos esforçar para ter certeza de que não serão repetidos. Pois hábitos permanentes, planejamento e esforço serão necessários para mudar nossa conduta.

Veja, também, Efésios 4:25-32; Mateus 12:43-45.

Atos 26:30 — Aquele que se arrepende deve produzir "frutos de arrependimento" ou fazer "obras dignas de arrependimento" (Lucas 3:8-14; Mateus 3:8). Isto inclui assegurar-nos de que não repetiremos o erro no futuro. Mas também inclui fazer o que pudermos para superar o dano causado por nossos atos errados no passado. (Conf. Ezequiel 33:14-15; 1 Samuel 12:13; Filemon 10-14,18,19; Lucas 19:8).

Quando um casal tem problemas antigos e profundamente estabelecidos, uma resolução precisa incluir acordo mútuo sobre o que os esposos pretendem especialmente fazer de modo diferente no futuro, para mudar a conduta. Eles precisam de um programa especial ou plano de ação, talvez até um que seja escrito.

Caminhos alternativos poderão ser discutidos. Os modos em que cada esposo pode ajudar o outro deverão ser acertados. Os acordos deverão incluir exatamente o que cada parceiro fará de modo diferente no futuro. Preferivelmente, estes deverão ser expostos de modo que permita que o progresso seja óbvio e possível de ser medido; deverá ser evidente quando as mudanças estão (ou não estão) sendo efetivadas. Então o casal deverá fazer promessas ou compromissos mais explícitos um ao outro, para efetivar estes atos. 

Tiago 5:12 — Antes seja o vosso sim, sim, e o vosso não, não. Quando fazemos compromissos um com o outro, temos que fazê-lo conscientemente e temos que efetivar nossos compromissos. Temos que fazer as mudanças que prometemos fazer e cumprir o plano de ação com o qual concordamos. (Romanos 1:31, 32; 2 Coríntios 8:11).

Procure ajuda (se for necessária)

O procedimento que descrevemos resolverá a maioria dos problemas familiares sérios, se realmente amamos um ao outro e desejamos obedecer a Deus. Mas, e se claramente há pecado numa família e o procedimento acima foi tentado, e o problema ainda continua? A Bíblia nos diz para obtermos ajuda de outros cristãos.

Fale com um ou dois cristãos fiéis

Gálatas 6:2 — Levem as cargas uns dos outros. A primeira fonte de ajuda deve ser outros cristãos. Alguns são muito embaraçados para aceitar que outros descubram seus problemas, mas um dos primeiros passos para superar um problema é admitir que o temos.

Tiago 5:16 — Confessem suas faltas um ao outro e orem um pelo outro. Algumas vezes outros cristãos têm tido experiência em lidar com um problema desses e podem dar a Escritura ou aplicação de que precisamos. Certamente, eles podem orar por nós. Por que cristãos com problemas espirituais buscam ajuda primeiro de conselheiros que nem mesmo são cristãos?

Mateus 18:15-16 — Se teu irmão peca contra ti, vai argüi-lo entre ti e ele só. Mas se isto não resolve, procure ajuda. Leve um ou dois cristãos com você.

Muitos pensam que esta passagem não se aplica a problemas familiares, mas por que não? Ela discute casos onde um cristão peca contra outro. Onde esta, ou passagens semelhantes, excluem da aplicação os membros da família? A maioria das Escrituras que citamos neste estudo foram de aplicação geral, não dizendo respeito especificamente à família, contudo todos podemos ver que deverão ser aplicadas à família. Por que este versículo não é a mesma coisa? (veja 1 Coríntios 6:1-11).

Apresente-o à igreja, e então se retire

Mateus 18:16-17 — Esperamos que a mediação de um ou dois outros cristãos resolva o problema, mas se não, então a Bíblia diz para apresentar o assunto à congregação. Talvez o envolvimento de toda a igreja leve a parte culpada ao seu bom senso.

Se mesmo isto não resolver o problema, então aquele que está claramente em pecado precisa ser expulso (2 Tessalonicenses 3:15; 1 Coríntios 5; etc.).

Isto não quer dizer que devemos correr para a igreja para todo problema pessoal. Mas se o pecado está claramente envolvido e os esforços privados não levam ao arrependimento, Deus dá o modelo do procedimento. Em muitíssimos casos, o pecado continua em nossos lares porque somos demasiadamente orgulhosos ou tolos para seguir o caminho das Escrituras para buscar auxílio.

Conclusão
As Escrituras nos equipam para todas as boas obras, incluindo como resolver problemas em nossos lares. Há esperança para casamentos perturbados. Podemos resolver nossos problemas do modo de Deus. Se não fizermos assim, não temos ninguém a quem culpar, senão a nós mesmos.
Fonte:  estudodabilbia.net

Um Forte Abraço! Nos laços do Calvário que nos une......A serviço do Rei, PR João Nunes Machado

OS EFEITOS DO MUNDANISMO NA FAMÍLIA..!!!*

TEXTO BASÍCO JS 24:15

INTRODUÇÃO

“Porém, se vos parece mal aos vossos olhos servir ao SENHOR, escolhei hoje a quem sirvais: se os deuses a quem serviram vossos pais, que estavam dalém do rio, ou os deuses dos amor réus, em cuja terra habitais; porém eu e a minha casa serviremos ao SENHOR” (Js 24.15).

A vida moderna proporciona conforto e oportunidades materiais, mas não podemos ignorar as armadilhas contra a vida espiritual da família cristã.

O Diabo sempre intentou destruir a família (1 Pe 5.8). Entretanto, Deus tem colocado à disposição do crente um verdadeiro arsenal do Espírito Santo através da Bíblia Sagrada: a oração, o jejum, a leitura bíblica, o poder do sangue de Cristo e a comunhão com o Espírito Santo; são armas poderosas que devemos utilizar para combater o Maligno em sua fúria contra a família (2 Co 10.4,5; Ap 12.11; 2 Ts 3.3; 1 Jo 2.13,14).

Apresentaremos algumas maneiras pelas quais podemos vencer esta luta.

I - O CASAMENTO, O LAR E A FAMÍLIA

Origem do casamento. Deus viu que a solidão não seria boa para o homem (Sl 68.6; 113.9). Por isso, fez-lhe uma adjutora para viver em sua companhia (Gn 2.18,21-23). 

Deus uniu o homem à sua mulher, a fim de serem “uma só carne” (Gn 2.24). Portanto, a união conjugal tem de ser monogâmica, heterossexual e indissolúvel. Ou seja: o casamento bíblico é a união de um homem com uma mulher até que a morte os separe. Fora disso, qualquer tipo de união conjugal é “abominação ao Senhor” (Lv 18.22; 20.13; Rm 1.27; 1 Co 6.10).

Origem da família. Antes de estabelecer a Igreja, Deus criou a família e determinou regras para o seu desenvolvimento. 

Embora o Criador haja destinado apenas uma mulher para o homem, o pecado levou o ser humano à poligamia, à fornicação e ao adultério, ignorando o padrão da vida conjugal estabelecido por Deus (Gn 2.24; 4.1).

Origem do lar. O primeiro lar foi formado por Deus. Neste lar havia amor, paz, saúde e alegria (Gn 2.25). 

Até o trabalho era realizado sem estresse (Gn 2.5,15). 

O mais importante, porém, era a presença de Deus (Gn 3.8a). Sendo esta também indispensável ao lar cristão, deve ser buscada e cultivada por todos os membros da família.

O casamento monogâmico, o lar e a família são projetos divinos estabelecidos para a felicidade da humanidade.

II - OS ATAQUES CONTRA O CASAMENTO

O ataque no Éden. O primeiro ataque ao casamento ocorreu no Éden. Daquele episódio, surgiu a inclinação inata do ser humano para pecar, trazendo como consequências a iniquidade, as doenças, o envelhecimento e a morte física e espiritual.

Formas iníquas de união. Nestes dias trabalhosos e difíceis, os ataques (e como sempre disfarçados e “justificados”) contra o casamento são os mais diversos. 

O que dizer do divórcio? Ou do casamento homossexual (Lv 18.22; 20.13; 1 Co 6.9-10; 1 Tm 1.10). 

Quem assim procede, sofrerá o juízo divino (Gn 19.5,24; 1 Rs 14.24; Rm 1.26; Hb 13.4; Jd v.7; Gl 6.7). O homossexualismo é um ataque frontal ao casamento.

A Igreja do Senhor Jesus, como “coluna e firmeza da verdade” (1 Tm 3.15), não pode deixar de protestar contra tais coisas. 

O matrimônio deve ser valorizado conforme recomenda a Palavra de Deus (Hb 13.4a)

Os ataques contra o casamento iniciaram no Éden e, desde então, não têm cessado: homossexualidade, divórcio. 

A igreja, porém, deve protestar contra tais coisas.

III - OS ATAQUES CONTRA A FAMÍLIA

O primeiro ataque da serpente à instituição familiar. No Éden, o Diabo atacou frontalmente o casamento e a família. Por causa do pecado, o primeiro casal foi expulso do jardim (Gn 3.23,24), gerando uma série de males entre os quais o assassinato de Abel (Gn 4.2-8). 

O pecado transtornou, profanou e perverteu o ser humano (Rm 7.8-24).

Ataques à família. Ao longo dos tempos, o inimigo vem atacando continuamente à família de diversas maneiras:

a) Infidelidade conjugal. 

A vontade de Deus é que os cônjuges se amem mutuamente (Ef 5.25; Tt 2.4). 

Temos de fugir da infidelidade (1 Co 6.18a). 

O começo pode ser um olhar, uma conversa, levando em seguida à consumação do pecado. Para evitar a infidelidade conjugal, os cônjuges podem adotar medidas simples, mas eficazes, sempre com a graça de Deus:

Buscar a Deus em oração. Orando juntos, diária e constantemente, o casal fortalece os laços espirituais e conjugais (Mt 26.41);

Ler a Bíblia diariamente. É indispensável ao casal ler a Bíblia todos os dias. 

Alguns dizem que não há tempo, mas a verdade inconteste é que “há tempo para todo o propósito debaixo do céu” (Ec 3.1);

O esposo deve dar prioridade à sua esposa. Volte a cultivar o carinho, o afeto, e a expressão do amor conjugal para com a mulher de sua mocidade (Ef 5.25-28).

A esposa deve dar prioridade a seu esposo (Ef 5.33). 

A mulher cristã, com prudência e amor, torna-se um esteio contra a infidelidade conjugal. 

Buscando a sabedoria divina, ela haverá de preencher as necessidades emocionais e afetivas de seu cônjuge.

b) A ausência de Deus no lar. Nada pode preencher a falta de Deus no lar, a não ser o próprio Deus. 

A ausência de Deus no lar é a causa de alguns problemas que afetam o casamento e a família como um todo. Como vencer esse terrível inimigo?

Cada membro da família, a partir do casal, deve tomar a decisão de servirão Senhor, sem nunca descuidar-se do culto doméstico. Faça como Josué: “Eu e minha casa serviremos ao Senhor” (Js 24.15). 

Além disso, frequente a igreja juntamente com o seu cônjuge e filhos.

Levar a família a valorizar a igreja local (Sl 122.1; 27.4; 84.10; Ec 5.1). 

É importante que os pais dêem exemplo aos filhos, não apenas mandando-os para a igreja, mas indo com eles à casa do Senhor. Incentive-os a tomar parte nas atividades da igreja local.

Os cônjuges podem neutralizara infidelidade conjugal por meio da oração, da leitura das Escrituras, do respeito e amor recíprocos.

IV - FORTALECENDO O LAR CONTRA OS ATAQUES DO MAL

Os ataques modernos à família e como vencê-los. Conforme já dissemos, são muitos os ataques à família nos dias atuais.

a) A inversão de valores. A família está sendo destruída por novelas iníquas, escritas e produzidas por pessoas distanciadas dos valores legitimamente cristãos, e pelas publicações que zombam da Palavra de Deus (Is 5.20).

b) A tecnologia como instrumento do mal. 

A televisão e a internet, por exemplo, vêm sendo traiçoeiramente usados pelo Diabo para contaminar preciosas vidas. 

A Igreja do Senhor Jesus precisa, no poder do Espírito Santo, reagir contra o uso inadequado e pecaminoso desses meios de comunicação em massa. Se não reagirmos, a família cristã sofrerá pesadas consequências.

É necessário tomar posição. Josué afirmou: “... porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor” (Js 24.15). 

A maior parte dos ataques contra a família tem sucesso, porque os responsáveis pelos lares cristãos não tomam diante de Deus, uma posição firme e corajosa contra essa perversa inversão de valores (Ef 6.4b; Dt 22.8).

É necessário temer a Deus e andar nos seus caminhos. “Bem-aventurado aquele que teme ao Senhor e anda nos seus caminhos!” (Sl 128.1). 

As promessas de que trata o salmo são bênçãos extraordinárias sobre a família, incluindo o líder, a esposa, os filhos e os filhos destes conforme promete Deus. Mas há um preço a pagar: Deus exige santidade no lar de quem lhe professa o nome (Hb 12.14; 1 Pe 1.15).

É necessário edificar a casa sobre a Rocha (Mt 7.24; Sl 127.1). Edificar a casa “sobre a rocha” é edificar o casamento, o lar e a família, sobre Cristo Jesus, que é a “a pedra”, ou a rocha dos séculos (Mt 21.42; Lc 20.17; 1 Pe 2.7). Muitos crentes edificam sua casa sobre a areia (Mt 7.27), e amargam as consequências. Como está você construindo o seu lar?

Para vencer os ataques contra a família é necessário temer a Deus, andar em seus caminhos e edificar a casa sobre a Rocha.

Hoje, mais do que nunca, é necessário manter a família nos padrões estabelecidos por Cristo.

Quando tomamos uma firme posição de manter o nosso lar na Palavra de Deus, como o fez Josué (24.15), certamente levaremos a nossa família a entrar na Arca, que é Cristo (Gn 7).

http://www.gospel10.com/artigos/artigo--os-efeitos-do-mundanismo-na-familia--991

Um Forte Abraço! Nos laços do Calvário que nos une......A serviço do Rei, Pr João Nunes Machado!

AS DEZ VIRTUDES DE UMA MULHER FELIZ

AS DEZ VIRTUDES DE UMA MULHER FELIZ


TEXTO BASE  PV 31: 10-31

A mulher foi criada à imagem e semelhança de Deus, para a glória de Deus e felicidade do homem.

Ela é um presente de Deus, uma auxiliadora idônea para o homem, o centro dos seus afetos, a prioridade dos seus relacionamentos.

Ela é a última a ser criada no universo, o mais belo poema de Deus, a coroa da criação!

Esse texto de Provérbios é um acróstico. Cada verso começa com uma letra do alfabeto Hebraico. É uma homenagem à mulher.

Não poderia ter outro jeito mais sublime de concluir o livro de Provérbios. Esse texto nos fala sobre os dez atributos da mulher feliz.

I. ELA É PRECIOSA Prov 31: 10

1° Essa mulher vale mais do que ouro.

“A casa e os bens vêm como herança dos pais; mas do Senhor a esposa prudente” (Pv 19:14).

“O que acha uma esposa acha o bem, e alcançou a benevolência do Senhor” (Pv 18:22).

2° Uma família pode ter riqueza, mas sem amor não há felicidade. Ninguém pode comprar o amor. O amor jamais está à venda.

3° Essa mulher vale mais do que herança, mais do que riqueza, mais do que apartamento de luxo, mais do carro requintado.

Mais do que bens materiais.

-Comete terrível engano pensar que um bom partido para o casamento é apenas alguém que tem dinheiro.

O dinheiro é bom, mas não faz ninguém feliz, mas um casamento onde há amor traz felicidade.

II. ELA É CONFIÁVEL Prov 31:11

1° Ela era fiel ao seu marido. Ele nunca teve motivos de desconfiança.

2° Ela era transparente, honrada, de conduta irrepreensível.

3° Ela podia dizer: “Eu sou do meu amado e o meu amado é meu”.

4° Ela era um jardim fechado, uma fonte selada, uma esposa fiel.

5° Não há coisa mais desastrosa do que a infidelidade conjugal. 

É uma punhada lada nas costas.

A infidelidade abre feridas no coração.

Hoje 75% dos homens e 63% das mulheres são infiéis aos seus cônjuges.

6° Há muitos maridos quebrados e feridos pela infidelidade das esposas.

7° Há muitas esposas machucadas pela infidelidade dos maridos.

8° Ela é confiável também na área das finanças. Essa mulher é uma hábil administradora.

9° Ela sabe ganhar, economizar e investir da melhor forma o dinheiro.

A área financeira é uma das que mais provocam contendas no casamento.

10° Hoje há vários perigos na área financeira:

1° Gastar mais do que se ganha;

2° Querer ter um padrão mais alto do que se pode;

3° Estar insatisfeito com o que se tem;

4° Pensar que a felicidade está nas coisas e não na atitude do coração;

5° Contrair dívidas;

6° Comprar a prazo;

7° Comprar coisas desnecessárias;

8° Gastar o dinheiro naquilo que não satisfaz.


III. ELA É ABENÇOADORA Prov 31:12

1° Ela era um bálsamo, um refrigério na vida do marido.

2° Ela era aliviadora de tensões.

Uma amiga, uma confidente, uma auxiliadora idônea, uma consoladora.

2° Ela era estável emocionalmente.

Não era uma mulher de veneta, que numa semana era romântica e noutra ranzinza.

Num dia carinhosa e noutro rabujenta.

3° Ela era uma bênção na vida dele e não um peso.

4° Ela era refrigério para o marido e não amargura para a sua alma.

Exemplo: Mary Todd Lincoln.

4° Ela era uma alavanca na vida do marido Prov 31: 23

O sucesso do marido é devido à influência da sua mulher.

Ao lado de um grande homem sempre tem uma grande mulher.

5° Ela colocava o seu marido para frente.

Empurrava-o para o progresso.

Seu marido desfrutava de um bom conceito na cidade e no trabalho, graças à magnífica influência da esposa.

Tem homem que nunca progride na vida porque a esposa só puxa para trás. Só sabe criticar o marido. Só sabe desencorajá-lo.

6°O sucesso dessa mulher na vida profissional e familiar não é em detrimento da família – Essa mulher é elo de ligação da família.

7° Ela como sábia construtura está edificando a sua casa.

O marido e os filhos estão felizes.

Nenhum sucesso profissional compensa o fracasso do seu casamento ou da sua família.

IV. ELA É TRABALHADORA

1° Ela é boa dona de casa, é administradora hábil Prov 31: 15

Ela tinha servas (Prov 31:15)

mas estava envolvida com o bom andamento da casa.

2° Ela controlava as atividades e a atmosfera do seu lar.

É zelosa no cumprimento de seus deveres domésticos.

É uma mulher presente no lar.

3° Ela é administradora do lar.

Ela gerencia o seu lar com sabedoria.

4° Ela toma pé da situação.

5° Ela não é relaxada Prov 31: 27

6° Sua casa anda em ordem.

7° Sua casa não é uma marafunda, uma bagunça, uma anarquia.

8° Sua casa anda na mais perfeita ordem.

Pode chegar visita a qualquer hora que ela não fica corada de vergonha.

9° Ela não come o pão da preguiça Prov 31: 27

1° Ficamos cansados só de alistar as atividades dessa mulher.

11° Ela não era mulher de ficar dormindo o dia todo, batendo perna na rua o dia todo, visitando vitrine o dia todo.

Talvez o problema da maioria das mulheres hoje não é a ociosidade, mas a correria.

12° Como ter tantas atividades fora do lar e ainda cuidar do bom andamento da sua casa?

13° Ela tem visão de negócios – Ela é adestrada na costura (Prov 31:13),
 ela vai buscar alimento para sustento da casa (Prov 31:14).

Ela trabalha e tem lucro. Ela trabalha diuturnamente (Prov 31: 18-19).

Ela produz (Prov 31: 24).

Ela vende, comercializa, tem expediente, não é dependente, não é parasita.

V. ELA É PREVIDENTE Prov 31: 21 E 25B

1° Ela é organizada Prov 31:.21

Ela não deixa as coisas para a última hora.

Ela tem um programa. Ela antecipa as coisas.

Antes de chegar o inverno, ela já prepara para sua família as roupas próprias.

Essa mulher tem uma agenda e ela sabe administrar bem o seu tempo.

Ela tem tempo para Deus (Prov 31:30)

Tempo para o marido (Prov 31:12)

Tempo para os seus filhos (Prov 31: 28)

Tempo para o seu próximo (Prov 31: 20)

E tempo para si mesma (Prov 31: 22).

E tudo isso contribuiu para o bom andamento do seu lar.

2° Ela não é ansiosa Prov 31: 25b

3° Ela não vive choramingando.

Não vive antecipando problemas, mas soluções.

Não vive amedrontada pelo amanhã.

Ela não deixa de viver hoje com medo do amanhã.

A ansiedade vê o que não existe, aumenta o que existe e diminui você diante das dificuldades.

VI. ELA É GENEROSA Prov 31: 20

1° Ela tem o coração sensível e as mãos abertas

Ela não era uma mulher egoísta.

Ela é sensível às necessidades dos outros.

Ela é caridosa. Ela é ajudadora dos pobres.

Seu dinheiro e seus bens não são apenas para ser acumulados, mas distribuídos com generosidade.

Ela não se preocupa apenas com a sua família, mas com os que sofrem ao seu redor.

Essa mulher não é sovina, mesquinha, avarenta.

Exemplo: Minha mãe ao fazer compra de roupas e alimentos comprava para os pobres.

2° Há muitas pessoas gostando grandes somas de dinheiro num vestido, numa bolsa, num sapato, num adorno – enquanto há pessoas famintas ao seu redor, precisando de comer um prato de arroz com feijão.

3° Hoje gastamos mais com cosméticos e com futilidades do que com o Reino de Deus e com o próximo.

4° Essa mulher cuida do marido, dos filhos, da casa, dos negócios e do próximo e faz tudo isso de bom grado (Prov 31:13).

VII. ELA É ELEGANTE Prov 31:  17,22B

1° Ela cuidava do seu corpo, fazia ginástica Prov 31: 17

Ela cuida do corpo. “Ela cinge os seus lombos de força, e fortalece os seus braços.” Ela cuida da sua saúde.

Ela tem uma correta auto-estima.

Ela se mantém em boa forma.

Ela tem tempo para ela mesma para cuidar da sua saúde, da sua forma.

Ela não é uma mulher relaxada com a sua apresentação pessoal.

Ela não era uma mulher flácida, relaxada com o seu aspecto físico.

2° Ela se veste com elegância Prov 31:22b

Ela tem amor próprio. Ela reconhece o seu próprio valor.

Ela se preocupa com sua aparência pessoal, com sua apresentação.

Ela tem bom gosto para se vestir.

Sabe se apresentar em qualquer ambiente.

Anda alinhada. Anda na moda.

Veste-se com decência, com bom gosto.

3° Mulher, cuide de sua aparência.

Isso é importante para a sua auto-imagem e para a sua outro-imagem, o seu marido.

Nenhum marido gosta de ter uma esposa relaxada com seu corpo e na sua forma de se vestir.

VIII. ELA É EDUCADORA Prov 31: 26

1° Ela é uma conselheira sábia:

Ela olha para a vida na perspectiva de Deus.

Ela enxerga pela ótica de Deus.

2° Ela passa uma visão correta da vida para os seus filhos.

Como precisamos de mães conselheiras.

Ilustração O GUARDA DAS FONTES de Peter Marshall. 

1° Ela é uma conselheira bondosa:

A sua língua é uma fonte de bons conselhos, fala com ternura, com graça; não há rancor, não há insensatez nas suas palavras.

É prudente e bondosa no falar. Fala a verdade em amor.

É mãe conselheira.

Exemplo: Abraão Lincoln “As mãos que embalam o berço, governam o mundo”.

 “Quem tem uma mãe piedosa, nunca é pobre”.

1° Ela tem tempo para os filhos e sabe ouvir os filhos:

Precisamos priorizar os filhos.

Precisamos ouvi-los sem censura, sem crítica.

Precisamos manter o canal de comunicação aberto.

Precisamos fazer do nosso lugar um lugar de cura, de apoio, de ajuda.

Ilustração: NÃO SE ESQUEÇA DO PRINCIPAL

A mulher que ouviu a voz misteriosa na caverna:

Entre a apanhe tudo que puder, mas não se esqueça do principal.

1° Ela não provocava seus filhos à ira:

Ela sabia dosar correção com encorajamento.

Há mães que só cobram.

Os filhos nunca conseguem satisfazer suas exigências.

Se tira 9,0 na prova de matemática, diz: “deveria ter tirado dez”. Há mães que esvaziam a bola dos filhos.

IX. ELA É PIEDOSA Prov 31: 25 a 30

1° É uma mulher de vida moral irrepreensível Prov 31: 25

Força e dignidade são os seus atavios.

É uma mulher de fibra, que tem raça, determinação.

Ela tem um nome honrado, uma conduta digna, uma vida limpa, um comportamento irrepreensível.

2° Ela reconhece que sua maior beleza não é física, mas espiritual
Prov 31: 30

Mulher que só pensa em academia, em ginástica, em butique, em salão de cabeleireiro, em cosméticos, em jóias, em roupas caras, em aparência é mulher fútil, superficial, vazia, oca.

1 Ped 3:3-5 Fala que a beleza da mulher deve ser um espírito manso e tranquilo.

A beleza interna deve ser maior do que a beleza externa.

3° A maior glória desta mulher é andar com Deus:

4° É temer a Deus.

É levar Deus a sério.

É ser serva.

É andar em sintonia com o Senhor.

A beleza passa, mas o temor do Senhor permanece para sempre.

X. ELA É ELOGIADA Prov 31: 28-31

1° Ela é elogiada pelo marido Prov 31: 28-29

Ela investe no marido e tem retorno garantido.

Seu marido a considera a melhor mulher do mundo.

Ela é superlativa. Ele prodigaliza os mais efusivos elogios a ela.

Ele a admira.

Ele proclama para seus amigos a bênção superlativa que é a sua esposa na sua vida.

Essa mulher é bem amada.

Essa mulher tem o coração do seu marido.

2° Ela é elogiada pelos filhos Prov 31: 28

Ela não tem preferência por um filho em prejuízo de outro (Rebeca).

TODOS os seus filhos a chamam de ditosa, de uma mulher feliz.

Todos reconhecem que ela está colhendo o que semeou:

A felicidade! Seus filhos podem dizer que você, mãe, é uma mulher feliz?

Seus filhos, podem dizer que você é uma mulher bem amada?

3° Ela é elogiada pelas suas obras Prov 31: 31

Quem semeia bondade, quem planta a generosidade, quem cultiva a virtude; quem investe a vida para fazer a vontade de Deus, colhe os frutos doces da alegria, da felicidade, e da gratidão.

4° Ela é elogiada por Deus Prov 31: 30

Deus a exalta, a promove.

Essa mulher tem reconhecimento não apenas na terra, mas também no céu.

CONCLUSÃO

1° Esta mulher tem tempo para Deus, para o marido, para os filhos, para os necessitados, para si mesma.

Sua vida é vivida no centro da vontade de Deus.

Por isso Deus a chama de preciosa. Seus filhos a cham de ditosa, feliz.

Seu marido diz que ela é a melhor mulher do mundo.
Suas obras a louvam de público.

2° Querida irmã, você gostaria de imitar essa mulher como mulher, serva de Deus, esposa e mãe?

3° Victor Hugo, o mais famoso poeta romântico da França, que viveu no século XIX compôs um dos mais belos poemas sobre a grandeza da mulher:

O HOMEM E A MULHER

O homem é a mais elevada das criaturas

A mulher é o mais sublime dos ideais.

Deus fez para o homem um trono, para a mulher um altar.

O trono exalta, o altar santifica.

O homem é o cérebro, a mulher o coração.

O cérebro produz a luz, o coração produz o amor.

A luz fecunda, o amor ressuscita.

O homem é gênio, a mulher é o anjo.

O gênio é imensurável, a mulher é indefinível.

A aspiração do homem é a suprema glória,

A aspiração da mulher é a virtude extrema.

A glória promove a grandeza, a virtude conduz à divindade.

O homem tem a supremacia, a mulher a preferência.

A supremacia significa a força, a preferência representa o direito.

O homem é forte pela razão, a mulher invencível pelas lágrimas.

A razão convence, as lágrimas comovem.

O homem é capaz de todos os heroísmos, a mulher, de todos os martírios.

O heroísmo nobilita, o martírio sublima.

O homem é o código, a mulher o evangelho.

O homem é a águia que voa, a mulher o rouxinol que canta.

Voar é dominar o espaço, cantar é conquistar a alma.

O homem tem um fanal, a consciência;

A mulher tem uma estrela, a esperança.

O fanal guia, a esperança salva.

Enfim, o homem está colocado onde termina a terra.

E a mulher, onde começa o céu.


Um Forte Abraço! Nos laços do Calvário que nos une......A serviço do Rei, PR João Nunes Machado